Sem certezas ou alegrias eu sigo o meu caminho, sempre com algo a meu lado.
Esse algo não é alguém, é um ser inanimado.
Um vulto que nunca me abandonará.
Esse algo é feito de matérias desconhecidas, matérias mortas e esquecidas. Esse algo crescerá, viverá e morrerá comigo.
Ganhei algumas batalhas mas perdi a guerra.
Dei tudo o que tinha na tentativa de mudar este mundo tão primitivo.
Tentativa falhada.
Vivo num mundo impossível.
Impossível de alcançar os corações frios que vagueiam nessas paisagens tão solitárias.
E porquê?Porque foram todos ensinados da mesma maneira, tratados da mesma maneira hóstil e fria.
Comandados por um deus desconhecido, sempre de olhos vendados, foram vivendo.
As suas existências vão desvanescendo rápidamente, como uma breve brisa no ar, como o acordar de um pesadelo.
Pois eu profano as leis da vida, atingindo o impossível.
Enganando a mente de todos os incapacitados, de todos os que são cegos perante a Humanidade.
Sou rainha do inexplicável, um génio, mestre da simplicidade.
As suas existências vão desvanescendo rápidamente, como uma breve brisa no ar, como o acordar de um pesadelo.
Pois eu profano as leis da vida, atingindo o impossível.
Enganando a mente de todos os incapacitados, de todos os que são cegos perante a Humanidade.
Sou rainha do inexplicável, um génio, mestre da simplicidade.
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